Do rastreio à passagem de caso — cálculos validados, seus dados no seu ambiente, e uma IA que resume o dia em linguagem simples. A decisão continua sua.
Paciente → internação → evolução diária. Cada dado se liga ao anterior, com cálculos validados pelo médico responsável.
Prontuário, internações e medicações de uso contínuo. A identidade fica isolada — privacidade por desenho.
Quadro clínico, conduta, tolerância e peso — tudo datado. Dieta prescrito × infundido com o balanço frente à meta.
Calculadora guiada por cenário clínico, incluindo Toronto para o grande queimado. O valor final é sempre seu.
IMC, perda ponderal, sarcopenia (EWGSOP2), BIA/InBody e massa em L3 — com tendência seriada frente ao basal.
A síndrome se define pela queda de K, Mg ou P frente ao basal — o sistema avisa e classifica o risco.
Identificação, metas, antropometria, dieta, labs e eventos do dia — reunidos num relatório pronto para o plantão.
A Seiva resume a evolução, aponta sinais de risco e sugere ajustes de meta. Nada entra no prontuário sozinho — a inteligência propõe, o profissional decide.
Paciente em D4 de UTI, hemodinamicamente estável, tolerando dieta enteral plena (86% da meta calórica, 1,4 g/kg de proteína). Fósforo em queda de 21% frente ao basal — atenção ao risco de realimentação. Sugiro manter progressão cautelosa e repor tiamina.
Cálculos, metas e rastreios que se ajustam por faixa etária — o hospital inteiro num só sistema.
Cadastre a identidade uma vez — alergias, doenças, cirurgias e medicações de uso contínuo ficam com a pessoa.
Abra a estadia: setor, leito, diagnóstico e peso habitual. Uma internação ativa por vez, do jeito do fluxo real.
Registre o dia: dieta, labs, antropometria, eventos e metas. A IA resume e o PDF de passagem sai pronto.
Roda 100% local, sem nuvem obrigatória. O banco é um único arquivo SQLite — copiar é fazer backup. As senhas são hash e a identidade do paciente fica isolada, pronta para anonimizar.